quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A Teoria do Pato!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Eu tenho direito de andar a 60Km/h!!!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sai que é sua Hipocrisia!!!

terça-feira, 5 de julho de 2011
"Os Fins Justificam os Meios"
O que escrevo abaixo, como todos os textos que escrevi até hoje neste blog, não tem valor de pesquisa, são simplesmente pensamentos filosóficos de um homem curioso que lê bastante, ouve rádio, assiste televisão e conversa com muitas pessoas.
Acredito que estamos vivendo em uma época de Ditadura Branca (não sei se este termo existe, mas depois vou procurar no Google), recentemente, ouvindo as notícias que rondam a política brasileira e os esportes, especificamente o futebol com a copa do mundo e também as olimpíadas, me fizeram refletir sobre um tema que havia anos estava guardado no fundo da minha memória. São conceitos tirados de um livro chamado “O Príncipe”, que li quando estava na faculdade , e que foi escrito por Nicolau Maquiavel. Sem querer ser pretensioso, esta leitura deveria ser obrigatória para todos os cidadãos de bem ou pelo menos os que querem se tornar verdadeiros líderes.E o que isso tem a ver com política brasileira versus copa do mundo e esporte? Na minha opinião filosófica? TUDO!
É um pensamento lógico e simples... em tempos de Ditadura no Brasil (quem tem mais de 35 anos deve lembrar alguma coisa e acima de 50 anos vivenciaram na pele), existia uma pressão forte por parte dos militares em controlar, com a censura, o que o povo deveria ou não saber através da TV, rádio ou jornais, que eram os veículos de comunicação mais populares da época. Porém o povo, com uma educação de qualidade, estudantes engajados, jornalistas verdadeiramente profissionais, e excelentes escritores e músicos, conseguiram a tão sonhada “Diretas Já”. Não estou aqui para falar de política, então vamos direto ao assunto.
Hoje vivemos em um país democrata, votamos em presidente, falamos o que pensamos, escrevemos qualquer porcaria em blogs (como este texto, por exemplo...rsrsrsrsr), podemos nos expressar sem medo do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), enfim, somos livres...... será?
Hoje os patrocinadores, mandam e desmandam no conteúdo das mídias, são os mesmos que financiam as campanhas políticas e fazem lobby com o governo para conseguirem expandir ou sustentar seus negócios. É proibido para a emissora, em seu programa de jornalismo, falar alguma coisa pejorativa de seu patrocinador, já houve casos recentes de jornalistas serem afastados da emissora por causa da verdade exposta. Culturalmente também estamos pobres, as indústrias culturais e de entretenimento só produzem o que se vende, e como temos uma educação deficiente e o maior índice de analfabetismo funcional de todos os tempos, o que se vende é o sonho dos ditadores militares, musica sem conteúdo, programas de TV que contribuem para nada com seus reality shows e outras porcarias mais... agora, e a internet? Basta ver os sites que mais fazem sucesso que são os que cobrem a vida de pessoas famosas, que por sinal, faz tempo deixaram de ser pontos de referência intelectual e de talento e passaram a ser apenas objetos de beleza e desejo sexual.

A copa do mundo? Lógico, precisamos de estádios... quantos milhões serão investidos nos estádios? Outro dia, na porta de um hospital municipal, conversando com uma pessoa que esperava para ser atendida, ela me falou que havia marcado a consulta com 3 meses de antecedência e que já estava há 3 horas esperando para ser atendida, e reclamou de mais um monte de coisas como impostos, transporte público e segurança... quando perguntei o que ela achava sobre a copa do mundo, ela simplesmente falou que a abertura da copa deveria ser mesmo em São Paulo e que os governantes deveriam fazer alguma coisa para isso dar certo. Ou seja, sem instrução, nosso povo não consegue enxergar a política do “Pão e Circo” em que vivemos e, para ter a Copa do Mundo no Brasil, “Os fins justificam os meios”... em 1513, pouco depois da descoberta do Brasil, Maquiavel já sabia (talvez ele tivesse conversado com Nostradamus) qual seria a forma mais efetiva da Ditadura.... seria a Ditadura Branca (existe sim este termo em vários lugares do Google)... em 2014 será o ano da glória popular... Férias de Janeiro, Carnaval, Copa do Mundo e se o Brasil ganhar teremos mais um carnaval fora de época... 2015 será a ressaca e a hora de pagar a conta!!!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Tempos de Guerra!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Abusando da SuperNanny
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Você sabe Conversar?
Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma "espécie de inteligência emocional" e pode ser dividida em dois tipos: a cognitiva - relacionada à capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; e a afetiva - relacionada à habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia. Você pode ler um pouco mais sobre empatia neste link, http://pt.wikipedia.org/wiki/Empatia. Resumindo, empatia é conseguir se colocar no lugar do outro e sentir o que ele sente.
Voltando ao assunto, não falo de uma “conversa” qualquer, falo de criar um relacionamento, aproveitar a oportunidade de um “bate papo” para adquirir experiência, aprender, confortar seu interlocutor, ser confortado, ensiná-lo ou, porque não, usar a conversa para os negócios?
Não sou nenhum especialista em conversação, apenas tenho paixão por leitura, mas confesso que não gosto de ler livros motivacionais. Não sei “quem mexeu no meu queijo”, se o “vôo da águia” ensinou alguma coisa pra alguém, se realmente existe “o segredo da mente milionária” ou se sou capaz de “recuperar minha vida interior”, mesmo depois de passar pela “verdadeira motivação na empresa”. Mas estou aprendendo muito sobre motivação fazendo algo que gosto muito, conversando com as pessoas.
Por eu ser muito curioso e fascinado por conhecer pessoas, independente do nível social ou cargo que ela ocupa dentro de uma organização ou na sociedade, comecei a utilizar minhas conversas para por em prática tudo que li e pesquisei sobre o tema. Minha formação em publicidade, o trabalho em marketing e vendas, contribui bastante para o desenvolvimento desta competência.
Ainda estou engatinhando na arte de conversar e principalmente me colocar no lugar do outro sem ser muito altruísta, que é uma tendência quando tentamos desenvolver a competência de empatia, mas posso citar algumas barreiras que, se vencidas, pode transformá-lo, no mínimo, em uma pessoa querida por todos e, quem sabe, até gerar melhores negócios.
Parece meio clichê, mas não poderia deixar de citar, seja uma pessoa bem informada e eclética. Já ouviu alguém dizer: “lá vem aquele cara que só sabe falar de alimentação saudável, ou só de futebol, ou só de motor de carro, etc.”
Respeite o próximo, se você não concorda com o que o outro está falando, deixe claro que você entende a opinião dele e, posteriormente, coloque seu ponto de vista ou simplesmente mude de assunto sem fazer comentários.
Não crie expectativa, exponha seu ponto de vista e não espere que o próximo vá concordar com você.
Guarde segredos, ninguém se abre ou confia em alguém que não consegue guardar segredos.
Escute realmente o que a pessoa tem para falar, é comum em uma conversa, quando a outra parte está falando, você se voltar para seus pensamentos interiores na busca de respostas ou outros temas para expor e ficar ansioso para falar. Com isso você não presta atenção no que realmente a outra pessoa tem para dizer.
E lembre-se que, apenas saber ouvir, pode te dar o status de "bom de papo".
Um abraço a todos, até o próximo post.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
"Como Desmotivar uma Pessoa"
Uma curiosidade que me chamou a atenção estes dias foi o fato de que sempre falamos de trabalho em um encontro com um amigo ou colega que conhecemos na faculdade ou nos empregos anteriores, não importa o lugar, o assunto mais discutido sempre será este. Não sei se há uma pesquisa sobre o tema, mas é muito difícil fugir da pauta trabalho quando estamos com estas pessoas.
Pode ser pelo fato de muitas vezes estarmos na mesma profissão, ou para sondar como anda o mercado “daquele lado” ou, pelo que percebi, na maioria das vezes, para desabafar com alguém e conseguir trocar experiências que ajudem na luta pelo sucesso ou conforto profissional atual.
Como existem muitos livros sobre o tema “Como Motivar Pessoas” resolvi, através destas conversas com estes amigos e colegas, escrever algumas dicas sobre “Como Desmotivar uma Pessoa”. Não existem bases científicas para este texto, apenas boas conversas despretensiosas com quem dividimos nossos pensamentos de cada dia:
Fale sempre na primeira pessoa quando se referir a um trabalho bem feito e que gerou grande visibilidade na sua empresa; “Eu consegui finalizar o projeto a tempo e conquistei um aumento de vendas de 25% antes da data prevista”.
Deixe bem claro para seus subordinados o que eles têm de fazer, afinal de contas, eles são operacionais, não precisam saber os objetivos da empresa e onde ela espera chegar com um trabalho bem feito, aliás, muita informação vai atrapalhar o serviço dele.
Dê um feedback positivo mesmo que seu funcionário não mereça, isso fará com que ele trabalhe ainda mais.
Dê um feedback negativo e ressalte bastante as incompetências dele, ele precisa saber que é muito mais limitado do que parece, e você ainda pode justificar porque não houve aumento de salário ou promoção. Aliás, se puder fazer isso de uma forma indireta (através de outra pessoa ou por e-mail), melhor ainda.
Poupe os maus elementos, você pode ler sobre isto no post que fiz no mês passado.
Contrate pessoas de fora e não perca tempo com processos de recrutamento interno, afinal de contas, funcionários “prata da casa” são limitados, possuem vícios antigos, o melhor mesmo são as mudanças, sangue novo.
Nunca divida seus méritos por conquistas, mesmo que tenha sido alcançado por um trabalho em equipe, eles precisam aprender a ser espertos como você para chegar onde você chegou.
Aponte um culpado, se não conseguir cumprir suas metas, esteja preparado para saber quem foi que falhou no processo e colocou em risco sua carreira.
Seja focado no resultado, não importa o que você precise fazer, o importante é entregar os resultados nas datas previstas.
Se você tiver mais alguns exemplos de “Como Desmotivar uma Pessoa”, por favor, fique a vontade para comentar.
Podemos colher muito mais informações do que imaginamos em uma conversa despretensiosa com um amigo.
Abraços a todos.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
10 Tópicos para ser um Bom Orador
I analyzed his latest presentation and extracted the 10 elements that you can combine to dazzle your own audience. Bear in mind that Jobs has been refining his skills for years. I broke down his 2007 Macworld keynote in a previous column (BusinessWeek.com, 7/6/07) and in a chapter in my latest book. Still, how he actually arrives at what appear to be effortless presentations bears expanding on and explaining again.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Quem Poupa os Maus, Ofende os Bons
A noite foi maravilhosa e os amigos que compareceram se divertiram bastante.
Na segunda-feira, mais no final do dia, recebi a ligação do Adriano* me perguntando se o Márcio* havia ido ao happy hour e, qual não foi a sua surpresa ao ouvir a minha resposta afirmativa.
A partir deste momento, ele descarregou um monte de desabafos sobre: responsabilidade, comprometimento e de que ninguém o respeitava, que ele estava muito desmotivado, etc, etc e etc. Somente para esclarecer, o Marcio e o Adriano trabalham na mesma empresa. Deixei-o falar sem interrupções e confesso que foram longos minutos. Parecia até que ele tinha feito estágio com uma vizinha que tive quando morava em São Paulo, praticamente um monólogo rsrsrs.
Após este longo período de monólogo, nos despedimos, ele agradeceu por eu tê-lo escutado e terminou a ligação dizendo “Cara, se você souber de qualquer empresa que precisar de alguém na minha área me dá um toque? Não aguento mais trabalhar aqui!”.
Já de noite, como faço todos os dias para relaxar, caminhava com meu cachorro pelas ruas do condomínio onde moro na cidade de Vinhedo, e fiquei matutando a história que ouvi de Adriano. Para resumir o que aconteceu, Adriano, cumpriu com sua obrigação profissional e para isso teve que brigar com a esposa que reclamava de que ele trabalhava muito e também deixar de passear com os filhos no domingo, entre muitas outras abdicações pessoais durante seu final de semana turbulento. Na segunda-feira pela manhã, orgulhoso por ter finalizado o trabalho no prazo, ouviu do seu chefe que o Marcio, cheio de motivos e desculpas, não havia finalizado a parte dele e, portanto, como os dois trabalhos faziam parte do mesmo report, que o prazo fora estendido até a próxima quarta-feira para que ele tivesse tempo hábil de finalizar.
Certo ou errado, este líder acabou punindo o Adriano por ter cumprido sua tarefa no tempo estipulado, simplesmente por ter dado uma segunda chance ao Marcio e aceitado suas desculpas. Sem perceber, ao não chamar a atenção de Márcio e ao não puni-lo formalmente, ele iniciou um processo de desmotivação ao restante do time que cumpriu com os deveres dentro do prazo. Agindo assim por um longo período de tempo, pode-se perder o controle da situação e criar, na empresa, um clima de impunidade e gerar muitas ilhas, onde cada grupo começa a defender suas métricas e objetivos pessoais já que não serão cobrados pelos objetivos comuns da empresa.
Uma verdadeira onda de desmotivação pode ser desencadeada, verdadeiros high potential podem ser perdidos e uma empresa pode perder mercado, simplesmente por poupar os maus.
Um grande abraço a todos
Marcel Picheli
* Os nomes verdadeiros foram preservados
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Um covarde vivo, ou um herói morto?
Quem nunca ouviu esta pergunta que atire a primeira pedra.
Para falar a verdade, a motivação para este post foi o jogo que, graças a uma combinação de coincidências profissionais, consegui assistir pela televisão (somente o segundo tempo). Estou falando da semifinal da Copa dos Campeões da Europa entre Barcelona e Internazionale, onde acredito, deve ter sido uma das maiores audiências do futebol neste ano de 2010, graças ao Barcelona que desde o começo da temporada vem encantando a todos com um futebol arte, e que não é tão comum no futebol europeu. No primeiro jogo da semifinal, depois de enfrentar horas de viagem de ônibus, já que não podiam voar até a Itália por problemas da erupção do vulcão, o Barcelona perdeu a partida por 3x1 e já entrou neste jogo com a desvantagem de ter que marcar 2 gols para se classificar. Sinceramente, não seria uma missão impossível já que o futebol apresentado era mais que suficiente e além disso, havia na equipe o melhor jogador do mundo, o craque Messi que vinha resolvendo tudo. Voltando ao jogo, o que se viu hoje foi um time que jogou com o “regulamento embaixo do braço” e outro time que não conseguiu vencer o nervosismo e a retranca apresentada pelo adversário. Mesmo jogando 70% da partida com um jogador a mais, o Barcelona não conseguiu vencer a partida por dois gols de diferença (fizeram apenas um no final do segundo tempo). Para quem acompanha futebol, mais parecia um treino chamado “Ataque contra Defesa”.
Os comentaristas esportivos de oportunidade, que diziam na semana passada que o Barcelona seria campeão, já começaram a falar que “não adianta jogar bonito, tem é que vencer” e elogiavam o Internazionale. Outros jornalistas lastimavam a infelicidade de não ter o Barcelona na final e soltavam comentários insinuando a covardia do time da Internazionale em jogar todo o tempo na defesa. Confesso que eu estava despreocupado com o resultado, pois não torço por nenhum outro time além do meu querido Palestra Itália, mesmo assim fiquei decepcionado em ver um jogo tão ruim. Não sei quem vai ser campeão, mas o certo é que o grande herói Barcelona ficou de fora e o covarde Internazionale está na final. No próximo ano ninguém se lembrará deste jogo, mas o Campeão da Europa jamais será esquecido e ficará registrado nos livros do futebol. Será que não passamos por situações semelhantes na nossa vida profissional? Será que a vezes não seria melhor recuar do que atacar?
Se tivesse que escolher, como você lideraria seu time? Focado no espetáculo ou no resultado?
terça-feira, 6 de abril de 2010
Liderança - Quanto vale um líder?
Obrigado Luciano por dividir sua experiência comigo e por fazer parte do Exército Brasileiro!!!
Fica aqui a dica, o livro somente é vendido pela internet, pela editora Baraúna.


